Presidente da Câmara de Itaperuna, Amanda da Aydê, antecipa despedida da Casa e diz que não será candidata à reeleição

 

Ao término do seu mandato de presidência (31), Amanda da Aydê, carregará em sua memória e em seu currículo, o título de ter sido a presidente da pior Câmara da história de Itaperuna.

O prefeito Marcus Vinicius, que na composição da eleição/2016, conseguiu eleger apenas cinco vereadores, com a desistência da Amanda de não concorrer a reeileção, com a troca de posição dos Vereadores Cazalito e Wellinton do Frango, que atualmente são contra o governo naquilo que não é de interesse do povo itaperunense, só resta a ele trabalhar pela eleição da presidência da Câmara os vereadores: Marquinhos do distrito de Retiro, atual vice-presidente da Câmara ou pelo Roninho do distrito de Comendador Venâncio e atual segundo Secretário da Mesa, que durante os dois anos de governo, não conseguiram alcançar a liderança da base do governo, que sem opção, o prefeito teve que entregar nas mãos do Vereador Glauber Bastos, que foi eleito na chapa do Alexandre da Auto Escola, mais que logo no início do governo, rompe desastrosamente com o grupo que o elegeu.

Atualmente a oposição conta com seis Vereadores que são unidos na defesa dos interesses do povo itaperunense, e que sempre são vencidos com o voto de minerva da presidente da Câmara, Amanda da Aydê, mais que mesmo assim eles vem ganhando a simpatia da população, que são: Nandi, Moreira, Cazalito, Nel, Sinei Torresmo e Wellinton do Frango.

Eles têm votado unidos em todas as matérias de interesse do povo de Itaperuna, sendo a última (17), votaram contra a LOA – Lei Orçamentária Anual, que além de diversas distorções, contém uma cláusula que dar ao prefeito Marcus Vinicius um “cheque assinado em branco”, para que manipule a dotação orçamentária como quiser, no valor de até R$112 milhões, sem ter que dar satisfação a Câmara e foram voto vencidos pelos sete vereadores da base do governo.

Os Vereadores Moreira, Nandi e Cazalito, ontem (17), foram a tribuna e defenderam a união dos Vereadores que compõem a oposição ao governo Vinicius, conclamando ao grupo a lançar uma chapa para disputar a eleição (19), e para não aceitar a possível vinda dos Vereadores Jayme Ferreira ou Paulo Cesar Contador, para somar o número suficiente para eleger a Mesa, pois eles só se dispõem a vir, se o grupo os conceder a vaga para a disputa da presidência daquela Casa Legislativa.

E, acrescentaram que todas as matérias contundentes que foram aprovadas naquela Casa durante o ano de 2018, os seis Vereadores foram vencidos pelos sete Vereadores da base do governo Vinicius, e a não interferência dele até agora nas eleições, fato ocorrido na primeira, demonstra claramente que mesmo detém a falsa aparência de não interferir no Poder Legislativo Municipal, mais o óbvio é patente o seu interesse pela eleição do Vereador Paulo Cesar Contador, que tem demonstrado a ser seu fiel escudeiro, embora, eleito na chapa do então candidato a prefeito Alexandre da Auto Escola, rompendo também com o grupo que o elegeu.

É esperar para ver o desfecho deste episódio, que sem dúvida alguma ocorrendo, a municipalidade que irá sofre ainda mais e mais, pois a dívida do primeiro ano do governo Vinicius, ultrapassa R$47 milhões, e ainda tem o pedido da reprovação das contas feita pelo Ministério Público Especial do Tribunal de Contas do Estado – TCE, e segundo fontes, existe uma previsão para este ano, uma  dívida em torno de R$80 milhões, que somadas chegará a R$127 milhões, isto apenas em dois anos, sendo a maior dívida da história do município, só para equiparar, o dobro do valor da dívida deixada pelo governo Claudão/Paulada em quatro anos e nove vezes mais que a dívida deixada pelo governo Alfredão nos seus quatro anos de governo.

Mudou mesmo a gestão e com a conivência dos Vereadores da base do governo: Amanda da Aydê, Paulo Cesar Contador, Glauber Pessoa Bastos, Roninho de Venâncio, Felipe do Surubi (que tem seu nome envolvido em escândalo de superfaturamento de produtos promovido pelo Ministério Público Estadual), Marquinhos de Retiro, Roninho de Venâncio e Jayme Ferreira, que nada fizerem para ajudar o município nesses dois anos que se findam, ao contrário, concederam ao prefeito Vinicius o direito de gastar R$112 milhões do orçamento anual onde lhe convier, sem ter que dar satisfação alguma a Câmara e muito menos a municipalidade.

Por estas indulgências, os vereadores da base aliada do governo são igualmente responsáveis pela péssima gestão do município, pelo caos financeiro que se encontra e pelo futuro incerto de Itaperuna.

Foto: Jornal Independente

 

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