Vereadores votam contra a denúncia que pede a cassação do prefeito afastado Marcus Vinicius

Votaram contra o pedido da abertura da investigação, com a possível cassação do mandato do prefeito afastado Marcus Vinicius: Amanda da Aydê, Felipe do Surubi, Glauber Bastos, Jayme Ferreira, Marquinho de Retiro, Paulo Cesar Contador e Roninho de Venâncio e Welliton do Frango.

Votaram a favor da investigação da denúncia: Cazalito, Moreira e Nel.

O vereador Nandi, por força do Decreto-Lei nº 201/67, foi impedido de votar e o vereador Sinei Torresmo, por ser presidente só vota em caso de empate.

O vereador Pedro Fernandes (Nandi) do PP, entrou com a denúncia junto a Câmara Municipal de Itaperuna, pedindo a cassação do prefeito afastado Marcus Vinicius, e por 8 (oito) votos contrários o seu pedido foi arquivado.

A denúncia do Nandi tem como base a contratação emergencial da empresa que presta o serviço de coleta de lixo e segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que abriu um inquérito civil público para apurar as irregularidades na contratação, demonstrou que além da falta de licitação que vem ocorrendo no município desde o início do mandato do prefeito afastado Marcus Vinicius, existe superfaturamento nos valores pagos pelo Erário.

Mesmo com todas as cópias da ação de improbidade administrativa que originou o afastamento de Marcus Vinicius, que já recorreu ao Tribunal de Justiça pedido o seu retorno e foi negado, os Vereadores não aceitaram a admissibilidade do pedido para investigar pela Casa Legislativa e optaram pelo arquivamento.

O município tem um déficit de mais de R$47 milhões do primeiro ano de governo do prefeito afastado Marcus Vinicius, e segundo fontes esta dívida ultrapassa R$90 milhões de reais. O prefeito afastado ainda enfrenta vários processos de improbidade administrativa, sendo a última a contratação de uma organização social para prestar serviço na Secretaria de Ação Social, onde sua esposa Camila Andrade era secretária, e o Ministério Público mais uma vez pediu o afastamento de ambos, bloqueio de bens, perda do mandato, etc, e mesmo assim teve o referendo da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal pelo arquivamento.

De acordo com o Regimento Interno da Casa Legislativa, todo expediente da votação será encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, para as providencias que intender necessária.

Categories: POLÍTICA

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